O programa Manejo Limpo para o manejo de daninhas, idealizado pela Syngenta, tem ganhado cada vez mais notoriedade no campo. Mais do que apenas controlar essas invasoras, o programa enxerga o manejo de daninhas como um processo contínuo e planejado, um caminho estruturado, técnico e sustentável para lidar com um dos maiores desafios da agricultura brasileira atualmente.
Com o uso de produtos modernos, com novas moléculas e tecnologias, além de outras medidas do manejo integrado de plantas daninhas, é possível reduzir a matocompetição, preservar o potencial produtivo das culturas, evitar perdas financeiras por falhas de controle e retomar o protagonismo sobre o manejo da lavoura.
Neste conteúdo, entenda o cenário atual das daninhas no campo e como o programa Manejo Limpo da Syngenta é a resposta para esse cenário desafiador. Continue a leitura!
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O impacto das plantas daninhas na agricultura e o cenário da resistência
As plantas daninhas representam um dos principais obstáculos na produção agrícola. Se não controladas, podem comprometer um alto percentual da produção de soja e milho, como também de outras culturas.
Isso acontece porque as plantas daninhas competem agressivamente por recursos essenciais como luz, água e nutrientes. Além disso, servem de hospedeiras para pragas, doenças e nematoides que podem comprometer a sanidade da lavoura e os custos de produção.
Segundo a Embrapa, os custos de produção em áreas infestadas aumentaram. O aumento pode variar entre 42% e 222%, dependendo da severidade da infestação e das espécies presentes na área.
No Rio Grande do Sul, o impacto econômico é alarmante. Apenas o azevém e o caruru geraram prejuízos estimados em mais de R$ 1,6 bilhão devido ao aumento de custos e perdas produtivas.
Resistência de plantas daninhas aos herbicidas
O cenário brasileiro para o manejo de plantas é crítico e exige atenção redobrada. Dados do HRAC-BR confirmam a existência de mais de 50 casos de resistência no país, distribuídos entre espécies de folhas largas e gramíneas.
No Brasil, os primeiros relatos de resistência aconteceram em 1993, com picão-preto e leiteiro apresentando resistência aos inibidores da ALS. Hoje, 29 espécies de plantas daninhas apresentam resistência a herbicidas. As espécies resistentes ao glifosato já somam mais de 10 casos.

Mas o problema não para por aí. Algumas daninhas apresentam a chamada resistência múltipla, que acontece quando a espécie adquire resistência para mais de um mecanismo de ação.
Espécies como buva, caruru, picão-preto e o leiteiro estão entre essas espécies, tornando seu controle ainda mais complexo.
Para uma lavoura limpa, Manejo Limpo
A Syngenta, ao identificar esse desafio e a necessidade de um apoio técnico completo aos produtores para o controle de daninhas, criou o programa Manejo Limpo, um dos conjuntos mais fortes e eficientes de práticas e ferramentas disponíveis para o manejo de plantas daninhas.
O grande diferencial do Manejo Limpo é a visão abrangente dos diferentes sistemas de produção, a soma de práticas que vão além do controle químico e a utilização de herbicidas com diferentes ingredientes ativos e mecanismos de ação aplicados ao longo de todo o ciclo produtivo das principais culturas.
O resultado é uma abordagem integrada e eficaz no manejo de daninhas, que resulta em uma lavoura limpa e protegida durante toda a safra.
Além disso, o programa está diretamente alinhado com o Plano de Agricultura Sustentável, The Good Growth Plan, compromisso global da Syngenta em aumentar a produtividade das principais culturas do mundo em até 20%, de forma sustentável, reduzindo impactos ambientais e garantindo o uso inteligente de insumos.

Os pilares do Manejo Limpo
- Portfólio: o programa utiliza herbicidas poderosos, como CALARIS®, EDDUS® e FLEXSTAR™ GT que, juntos, oferecem uma ação eficaz e completa contra diferentes tipos de plantas daninhas.
- Capacitação: fornece o conhecimento necessário para a aplicação correta dos herbicidas e o uso eficiente de estratégias de controle.
- Sustentabilidade: incentiva a adoção de boas práticas agrícolas que minimizem a pressão de seleção e a resistência das plantas daninhas, otimizando as operações e protegendo as tecnologias e o ambiente.
Conheça alguns herbicidas do programa Manejo Limpo
Os herbicidas CALARIS®, EDDUS® e FLEXSTAR™ GT atuam de maneira complementar para promover uma lavoura limpa durante todo o ciclo da cultura.
Juntos, esses produtos formam uma estratégia robusta de manejo, prevenindo a infestação ao longo do ciclo e reduzindo a matocompetição, permitindo que a cultura se desenvolva de forma vigorosa e sem a interferência de plantas daninhas.
Conheça mais sobre cada um deles, a seguir:
CALARIS®: quem começa na hora certa, acerta no controle

CALARIS® é um herbicida seletivo com ação sistêmica da Syngenta que atua no controle de plantas daninhas resistentes ao glifosato.
Sua formulação inovadora, que combina atrazina e mesotriona, é ideal para aplicações no período de entressafra, sendo utilizado para o manejo antecipado de daninhas de folha larga e gramíneas da soja e do milho.
Benefícios de CALARIS®
- controle de plantas daninhas resistentes ao glifosato;
- amplo espectro e alta eficácia sobre buva;
- eficaz em ambientes de alta ou baixa umidade.
Manejo antecipado de daninhas com CALARIS®
Para o manejo antecipado de daninhas da soja e do milho, recomenda-se que CALARIS® seja aplicado uma única vez.

Manejo pós-emergente de daninhas com CALARIS®
Para o manejo pós-emergente de daninhas do milho, recomenda-se que CALARIS® seja aplicado uma única vez, de preferência, quando as daninhas estiverem no início do seu desenvolvimento, apresentando de duas a quatro folhas, com a cultura do milho entre V4 e V5.

EDDUS®: para uma soja sem mato, controle o mal pela raiz

EDDUS® é um herbicida seletivo de ação pré-emergente da Syngenta indicado para o controle de daninhas de folha largas e gramíneas na soja.
Composto por dois princípios ativos com modos de ação diferentes, fomesafem e s-metolacloro, EDDUS® entrega um longo residual e seletividade para o manejo pré-emergente de daninhas da soja, controlando as invasoras antes de sua emergência e da emergência da cultura.
Benefícios de EDDUS®
- amplo espectro, incluindo gramíneas e folhas largas;
- seletividade: proteção do potencial produtivo.
Manejo pré-emergente de daninhas com EDDUS®
Para o manejo pré-emergente de daninhas da soja, recomenda-se que EDDUS® seja aplicado uma única vez, logos após a semeadura, para que a cultura se desenvolva em um ambiente livre de matocompetição.

FLEXSTAR™ GT: o pós-emergente contra as daninhas de difícil controle

https://portal.syngenta.com.br/produtos/flexstar-gt/FLEXSTAR™ GT é um herbicida seletivo de ação sistêmica da Syngenta que oferece um manejo superior das daninhas da soja de difícil controle na pós-emergência.
A sua formulação única e exclusiva no mercado, composta por fomesafen e glifosato, proporciona uma ação eficaz no controle de daninhas de folhas largas na soja.
Benefícios de FLEXSTAR™ GT
- controle superior de folhas largas na soja;
- formulação única no mercado, que oferece conveniência e maior seletividade;
- manejo de resistência, sendo eficaz no controle plantas daninhas resistentes a glifosato ou inibidores da ALS.
Manejo pós-emergente de daninhas com FLEXSTAR™ GT
Para o manejo pós-emergente de daninhas da soja, recomenda-se que FLEXSTAR™ GT seja aplicado:
- Em dose única: quando a soja estiver no estágio V2-V3 e as plantas daninhas possuírem de 2 a 3 folhas;
- Em duas aplicações sequenciais: fracionando a dose, sendo a primeira aplicação feita no estádio V2-V3 da soja, seguida de uma segunda aplicação 14 dias depois;

A Syngenta está ao lado do produtor rural em todos os momentos, oferecendo as soluções necessárias para construirmos, juntos, um agro cada vez mais inovador, rentável e sustentável.
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